Tunelamento quĂąntico de partĂ­culas e viagem superluminal

EstĂĄ experimentalmente confirmado que uma partĂ­cula elementar deve exceder a velocidade da luz se "tĂșneis" atravĂ©s de uma parede de uma forma quĂąntica-mecĂąnica. 





Assim que as equaçÔes radicais da mecùnica quùntica foram descobertas, os físicos descobriram um dos fenÎmenos mais estranhos permitidos por essa teoria.





"Tunelamento quùntico" demonstra quão profundamente as partículas elementares, como os elétrons, diferem dos objetos macroscópicos. Por exemplo, jogue uma bola contra a parede e ela quicar. Deixe-o deslizar para o fundo da cavidade e ele permanece lå. Mas, no primeiro caso, uma partícula pode acidentalmente deslizar pela parede. A partícula tem a chance de "deslizar sobre uma montanha e rolar para fora de um buraco", como escreveram dois físicos na Nature em 1928, em uma das primeiras características do tunelamento quùntico.





Os fĂ­sicos descobriram rapidamente que a capacidade das partĂ­culas de criar um tĂșnel atravĂ©s das barreiras permite que muitos mistĂ©rios sejam resolvidos. Essa capacidade explica vĂĄrias ligaçÔes quĂ­micas, decadĂȘncia radioativa e fusĂŁo termonuclear no interior do Sol, onde os nĂșcleos de hidrogĂȘnio conseguem superar a repulsĂŁo mĂștua e se fundem - como resultado da luz solar aparece.





Mas os fĂ­sicos foram dominados pela curiosidade, a princĂ­pio moderada, mas depois realmente dolorosa. Quanto tempo leva para uma partĂ­cula passar pela barreira? 





O problema era que a resposta nĂŁo fazia sentido.





1932 . , , « , , », - , .





1962 «Texas Instruments» , , .





, . , , . : , , , . , , .





, , , , .





“ ,” – .





, , . « , , , , ,”   , - . 10 , , . .





, , , , .





, . .









, , Nature.  « », , , .





“ – , , ,”   , ,      Nature.





, - -, , . « ,” – .





. , , , , . , , .





, “ , [ ] ?” , “ , .”





?

, , .





, A B, , . .





. . – .





, , , . , - , , . « , », - , .





, , . , « », . , ( ? – . .). , . . B. , , B.





, B, , , ? , B, , , . . « » .





, -, , , A B, , - . – ?  





, « » 1990-, , , . , , . «», . « : « ?», « ?»», - , - « , - ». , , , ( , , ). «».





. , ? «» .





( 1932 ) , , . A B , , . , .





, , . . ( A) ( B), , , , B, A. , , , , . B.    





, . , , , , ( , ). .





, , 1960- , «» . «», , , . , .





, , . « , , , », - , Nature, - « , , ».





1980-, – , . . , , . , – , . , , , . , , , , . 50 , , .





, , 2019 , , . , — , .





, – . , , , , . , , , .





, , .





, , «». , . . 1897 , «», . , « ».





. , , . , . , «» «». , , , , – , .   





, 0,61 , , 1980-. , . , : , .





,

1907 , . , , . , . , , , , , . « », - .





, - , , . «, , », - , - « , ».





. , 2000- , . , , ( ). « , », - , - «, ».





, , . « », . « » , , . , .





, , , , . « , », - , , - « , . , ».





 , New Journal of Physics, , : , , . .





- , , . , ? , , , , . , , .





, . « , . – ».





, . ,  « , , ». , , . , « ».





Sondando muitas partĂ­culas e calculando a mĂ©dia do que exatamente acontece com elas, os pesquisadores descrevem com mais detalhes o que acontece "dentro da montanha", algo que os pioneiros da mecĂąnica quĂąntica nĂŁo conseguiam imaginar hĂĄ mais de um sĂ©culo. Do ponto de vista de Steinberg, esses desenvolvimentos sugerem: apesar de todas as esquisitices caracterĂ­sticas da mecĂąnica quĂąntica, "se vocĂȘ sabe onde a partĂ­cula foi parar, pode determinar com mais detalhes o que aconteceu com ela antes disso".





Inspirado .








All Articles