A energia nuclear certamente trouxe uma revolução tecnológica. Mas por que o átomo pacífico não é usado em todos os lugares? Mas por que motivo o projeto de uma aeronave nuclear e um atomóvel foi encurtado, e como terminou a tentativa de extração de petróleo por meio de explosões nucleares?
Quebra-gelos
Em 1959, Lenin se tornou um superastro das notícias mundiais - o primeiro quebra-gelo nuclear do mundo passou por testes no mar. O navio com uma usina nuclear a bordo ainda parece impressionante, e em 1959 as pessoas ficaram chocadas: o heliporto, o cinema, o salão de música, é uma verdadeira cidade flutuante. O quebra-gelo atômico foi projetado para servir a Rota do Mar do Norte e a navegação expedicionária no Ártico. Ele consumiu cerca de quarenta e cinco gramas de combustível radioativo por dia.
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Um velho sonho de escritores de ficção científica e cientistas é criar um reator termonuclear eficiente. O combustível para ele (deutério ou hidrogênio) pode ser obtido da água do mar. Os núcleos desses elementos liberam uma grande quantidade de calor quando se fundem. A reação em si é absolutamente segura, mas até agora não foi possível criar uma instalação que produza mais energia do que consome.
Reatores experimentais estão sendo construídos nos EUA, Grã-Bretanha, China e França. É bem possível que no século 21, em vez de uma corrida nuclear, comece uma termonuclear.